Case real: Como um afastamento de 90 dias gerou R$ 32 mil em proteção financeira

Publicado em 12/06/2026

Muitos profissionais só percebem a importância de uma estrutura de proteção adequada quando enfrentam um evento real.

Até lá, é comum que seguros e mecanismos de proteção sejam vistos como custo, e não como parte estratégica da organização patrimonial.

O caso abaixo ilustra, de forma prática, como uma estrutura bem montada pode preservar patrimônio, liquidez e continuidade financeira.

O Perfil do Profissional

O caso envolve um cirurgião-dentista, 37 anos, com renda média aproximada de R$ 15 mil mensais.

Profissional em plena fase produtiva, com atividade fortemente dependente de sua capacidade operacional diária.

O Evento

 

Durante um treino de jiu-jitsu, o profissional sofreu uma:

Fratura de clavícula esquerda (CID S42.1)

 

O tratamento exigiu:

  • procedimento cirúrgico;
  • recuperação médica;
  • afastamento integral de suas atividades por aproximadamente 90 dias.

O Impacto Financeiro Potencial

 

Em estruturas como essa, um afastamento prolongado costuma gerar impacto relevante, especialmente quando o profissional possui:

  • despesas pessoais fixas;
  • custos operacionais da atividade;
  • equipe / estrutura profissional;
  • compromissos financeiros recorrentes.

Sem proteção adequada, seria natural que o profissional precisasse recorrer a:

  • reserva de emergência;
  • liquidação de investimentos;
  • descapitalização patrimonial;
  • redução da operação.

A Estrutura de Proteção Existente

 

O profissional possuía cobertura de proteção para incapacidade temporária estruturada previamente.

Parâmetros contratados:

  • Diária segurada: R$ 400
  • Franquia contratual: 10 dias
  • Dias indenizados: 80
  • Valor total recebido: R$ 32.000

Como o Recurso Foi Utilizado

 

Segundo relato do próprio cliente, o valor recebido permitiu:

  • preservar integralmente seus investimentos;
  • cobrir despesas extraordinárias do período;
  • contratar apoio profissional temporário / substituição operacional;
  • manter maior estabilidade financeira durante o afastamento.

O Que Esse Caso Demonstra na Prática

 

Esse exemplo reforça um ponto importante: Patrimônio não deveria ser a primeira linha de defesa contra riscos previsíveis.

Estruturas patrimoniais eficientes costumam separar:

  • patrimônio de crescimento
  • liquidez estratégica
  • proteção contra riscos específicos

A Questão Não É Se Algo Vai Acontecer

Ninguém contrata proteção porque “espera” um acidente ou afastamento.

A lógica correta é outra: riscos existem independentemente da nossa expectativa.

O objetivo da proteção financeira é: estruturar previamente os impactos de eventos potencialmente relevantes.

Esse caso não significa que todo profissional precise da mesma estrutura, mas demonstra claramente que: quando há aderência entre risco e proteção, o impacto financeiro de um evento pode ser drasticamente reduzido.

Mais importante do que contratar produtos é: estruturar proteção coerente com a realidade patrimonial e profissional de cada caso.

 

Na Barcellos Seguros, analisamos tecnicamente a estrutura patrimonial e de proteção de médicos e profissionais liberais, buscando alinhamento entre risco, patrimônio e estratégia financeira.

 

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Observação Importante

Este case representa situação real de cliente, porém resultados dependem de análise individual, condições contratuais e regras específicas de cada cobertura.

 

 

Referências

CID-10 – Classificação Internacional de Doenças (OMS)

SUSEP – Normas aplicáveis a seguros de pessoas

Condições gerais de produtos de incapacidade temporária do mercado segurador brasileiro

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